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Escrito por Irene B. Saunders
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08-Set-2010 |
31 E, tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus. 32 E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. 33 E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. 34 Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. 35 E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha. 36 Então José, cognominado pelos apóstolos, Barnabé (que, traduzido, é Filho da consolação), levita, natural de Chipre, 37 Possuindo uma herdade, vendeu-a, e trouxe o preço, e o depositou aos pés dos apóstolos.
O versículo diz: “Todos os crentes eram um coração e mente” (NVI). O que Deus poderia e faria através dos batistas do sétimo dia se formos assim? Com muita frequência colocamos nossa confiança na importância da “liberdade de pensamento”. O sólido propósito dos primeiros cristãos era servir o Deus vivo contando a outros sobre o Cristo. As necessidades físicas eram satisfeitas, mas não eram o foco primário na igreja primitiva. A graça de Deus estava sobre eles, pois eram unificados em sua mensagem e missão do Senhor ressuscitado.
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