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Escrito por Márcia Adriana
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19-Jun-2011 |
1 EU te amarei, ó SENHOR, fortaleza minha. 2 O SENHOR é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio. 3 Invocarei o nome do SENHOR, que é digno de louvor, e ficarei livre dos meus inimigos. 4 Tristezas de morte me cercaram, e torrentes de impiedade me assombraram. 5 Tristezas do inferno me cingiram, laços de morte me surpreenderam. 6 Na angústia invoquei ao SENHOR, e clamei ao meu Deus; desde o seu templo ouviu a minha voz, aos seus ouvidos chegou o meu clamor perante a sua face.
Já adulta, com frequência eu ligava para meus pais pedindo conselhos e tendo ouvidos atenciosos. Eu não sabia, até meus filhos se mudarem, o quão difíceis algumas dessas ligações devem ter sido para eles. Quando pais ouvem os problemas de seus filhos, querem automaticamente ajudá-los, abraçá-los e protegê-los. Você quer tomar conta deles, da mesma forma que fazia quando eram pequenos. Deus se sente assim para conosco por muitas vezes. Ele quer que “liguemos” para ele (Lembre-se que o telefone do céu é a oração!), pois, sempre está por perto e disposto a nos abraçar se o chamarmos.
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