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Steve Graffius Em Mateus 25, é contada a história de um homem que partiu para uma jornada. Antes de sua partida, ele confiou seu dinheiro a alguns de seus servos. A um dos servos, ele deu cinco talentos, a outro, dois e ao terceiro, um. Sua decisão estava baseada na habilidade de cada servo. O que recebeu mais dinheiro aplicou-o e obteve 100% de lucro. Aquele com dois talentos fez o mesmo. Mas o sujeito que recebeu a menor quantia a enterrou, e com isto não obteve nenhum lucro. Claro que o seu senhor ficou muito chateado por ele não fazer bom uso do que lhe foi confiado. Em nossa lição, Paulo esclarece que a nós foi confiado algo muito importante. Nós somos portadores da mensagem de Cristo e ele voltará para ver o que fizemos com sua mensagem, como nós a empregamos a fim de trazer "lucro" para ele. Nós temos investido a mensagem - colocando-a nos lugares certos e compartilhando-a no tempo certo - em ordem de ter um bom retorno ou temos a escondido por causa do nosso medo?
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Como Paulo espera que o povo de Deus seja um bom mordomo de sua mensagem? Considere os levantadores de peso. Quando alguém começa a exercitar seus músculos pelo levantamento de peso, começa com pesos leves e, à medida que vai se exercitando, vai aumentando os pesos. Quanto mais peso levanta e exercita seus músculos, mais forte fica sua musculatura. Com a mensagem do evangelho do Senhor acontece o mesmo. Como mordomos dessa mensagem, quanto mais nós a usamos, quanto mais investimos nela compartilhando-a com nossos amigos, vizinhos, entes queridos e qualquer um que encontramos em nosso caminho, mais forte e mais efetiva aquela mensagem será. Quando conscientemente nos consideramos mordomos neste papel, percebemos que a nós foi dada uma grande responsabilidade. É importante notar o verso 2 do capítulo 4. Nós devemos ser fiéis. Não é sugerido que sejamos fiéis. Não é uma recomendação. Como mordomos da mensagem de Deus, ser fiel é um requerimento. Recentemente fui instruído por um de meus mentores que a confiança não se ganha, conquista-se quando somos fidedignos. Em lugar de ficar falando e prometendo, deveríamos somente produzir os resultados. Quando estabelecemos uma reputação que fale por si mesma, as pessoas confiarão em nós naturalmente. Quando alguém precisa ficar a cada passo dizendo "confie em mim", está a um passo de perder a credibilidade e, por conseguinte, a confiança. Mas quando a pessoa se mostra confiável por suas atitudes, seu comprometimento, sua vida, a confiança virá como um resultado natural. Aplicando como mordomos da mensagem de Deus, podemos seguir o exemplo do homem com um talento e somente dizer "confie em mim apenas esta vez" ou podemos seguir o exemplo dos outros dois e dizer "você não precisa confiar em mim, somente veja meus resultados". Ao produzir os resultados da mensagem do evangelho bem-compartilhada e ao ver vidas em seu mundo que foram transformadas pelo poder do evangelho, você terá a marca de um mordomo fidedigno. Paulo pinta um quadro um pouco desagradável daqueles que são mordomos dos mistérios de Deus. Estas pessoas estão sempre sob o microscópio do olho público. As pessoas estão sempre examinando a integridade deles, observando-os para ter certeza de que suas ações correspondem às suas palavras. Os mordomos também são geralmente proscritos. O trabalho primário deles é falar às pessoas coisas que elas não querem ouvir. Esta não é exatamente a melhor maneira de se ganhar popularidade. Como resultado, ser pobre aos padrões deste mundo geralmente é uma qualidade comum entre os mordomos de Deus. Se as pessoas não estão interessadas em ouvir aquilo que temos a dizer, elas certamente não vão pagar para ouvir isso. Mas uma das qualidades mais importantes dos mordomos que Paulo descreve é a habilidade deles de sofrer pelo evangelho; a habilidade de aceitar ser ferido sem retribuir com a mesma moeda. Os mensageiros de Deus serão ultrajados, perseguidos e caluniados. Mas quando isto acontece, foi-nos concedida por Deus a habilidade para responder com bênçãos, perseverança e encorajamento. Ser tal mordomo de Deus é um negócio perigoso. Mas parte de nossa responsabilidade, parte daquele mistério é suportar isto e responder com benção. Lembro-me de quando era criança e gostava de assistir a um filme chamado A Caixa de Música. Era uma história sobre um homem melancólico e triste, com uma família enfadonha e sombria, os quais viviam vidas vazias e monótonas. Dia após dia, eles iam à plantação, cumpriam suas oito horas diárias e voltavam para casa apenas para fazer tudo da mesma forma no dia seguinte. Certo dia, um grupo de anjos apareceu e deu-lhe uma caixa de música. Quando ele a abriu, pôde ouvir o mais belo e animado coral gospel louvando a Deus. Isto o encheu de luz e encorajamento de tal forma que sua vida se tornou entusiástica, alegre e divertida. Em toda oportunidade que tinha, ele se trancava no banheiro ou se escondia em algum lugar para ouvir aquela música novamente. É claro que sua família e colegas de trabalho começaram a se preocupar com ele. Ele estava agindo de forma muito estranha. De repente se tornara tão enérgico e sorridente o tempo todo e sempre buscava ocasião para se esconder. Afinal de contas, o que estava ele aprontando às ocultas? Eventualmente, os anjos apareceram novamente e lhe explicaram que a caixa de música lhe fora dada para ser compartilhada com todo o mundo, não para ser guardada e usada apenas para benefício próprio. Logo o homem, sua família inteira e muitos dos seus colegas de trabalho foram iluminados, encorajados e contagiados pela mesma alegria que ele desfrutava ao ouvir a música daquela caixa. Esta é a mensagem que Paulo está ensinando aos crentes de Corinto. Nós vivemos em um mundo estúpido, triste, inanimado e temos o mistério que pode colocar vida nisso. Não temos que responder uns aos outros em relação a como estamos desempenhando nosso papel de mordomos de Deus. Nós podemos ser nossos próprios juizes. Mas temos que sempre nos lembrar de que nosso Senhor voltará para pedir conta dos dons que ele nos confiou. Nós precisamos usar nossos dons e talentos (e usar muito bem!). Precisamos investir na mensagem que nos foi confiada compartilhando-a com todas as pessoas que tivermos oportunidade, quer a tempo ou fora de tempo (veja 2 Timóteo 4.2). Nós detemos o mistério da mensagem do evangelho. Essa mensagem produz maior efeito no mundo quando é compartilhada e investida. Tenha certeza de que você está fazendo sua parte, esteja certo de que está sendo fidedigno no que concerne ao cuidado e ao compartilhar desses mistérios. Lembre-se: você irá prestar contas ao Senhor Jesus Cristo, Rei dos reis, Senhor dos senhores. |