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O QUE DEUS DIZ SOBRE JESUS - Hebreus 1.1-9 - ENTENDENDO E VIVENDO | O QUE DEUS DIZ SOBRE JESUS - Hebreus 1.1-9 - ENTENDENDO E VIVENDO |
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| Escrito por Adriano Teixeira | |
| 15-Out-2007 | |
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Dustin Mackintosh Quem é Cristo? Sob várias formas, essa pergunta tem instigado muita gente nos últimos dois mil anos de história. Quem era ele - um criminoso condenado e executado; um mestre idealista que teve um fim ruim; um rabino mal compreendido e mitologizado; um profeta segundo as tradições do Velho Testamento; alguém superior aos anjos, semelhante a Deus e adotado por ele; ou o próprio Deus? O debate não é menos pertinente hoje que o fora no passado, até mesmo por muitos “cristãos” pensarem em Jesus como mero bom exemplo, um ser humano promovido a superior, como um superanjo. Na semana passada, vimos Paulo ensinando aos cristãos colossenses que Jesus é a imagem de Deus, igual a ele em todos os sentidos, embora isso possa parecer inconcebível a nós. Hebreus 1.1-9 tem exatamente a mesma mensagem: Deus revelou-se de um modo novo e diferente, um meio extremamente pessoal. Mas eu gosto do antigo modo! Novo é uma palavra que deixa muitas pessoas hesitantes, quando não cínicas. As mais populares e ousadas palavras, em termos comerciais, são “novo” e “grátis”. Particularmente, em meu campo profissional da indústria tecnológica, há a promessa de se revolucionar a vida, o trabalho e, até mesmo, o jeito como usamos as meias. Na realidade, a maioria dessas coisas torna tarefas simples bem mais rápidas. O autor de Hebreus apresenta e afirma Jesus como a nova (e, incidentemente, gratuita) revelação de Deus; mas como tudo isso se ajusta? Como a revelação pode ser melhor que a anterior, já concebida em relação aos anjos, a Moisés e aos profetas? O velho modo era o dos leitores judeus, aprendido durante toda a vida, e pelo qual faziam suas escolhas. Seria tão fácil para eles recorrerem ao velho modo... Mesmo que isso significasse afastarem-se de Cristo ou tentarem ajustá-lo ao já conhecido e criado. Hebreus 1.1 declara que, antigamente, Deus falara aos antepassados por meio dos profetas, muitas vezes e de diferentes maneiras. Nós somos abençoados, pois temos os relatos dessas revelações mencionadas pelo autor de Hebreus. O Antigo Testamento é repleto de revelações divinas. Algumas vezes, Deus falou de um arbusto e, em outras, as pessoas tiveram que lançar sortes (usar o Urim e o Turim[1]). Em outras situações, comunicou-se usando os sonhos e, ainda, ocasionalmente, enviou um exército. Raramente, os profetas diriam: “Esta é a palavra do Senhor!”. Muitas vezes, desejei saber por que Deus não grita lá do céu em nossos dias (quem sabe assim esse povo incrédulo não o ouvisse, não é mesmo?). Uma razão contra isso, talvez, seja o fato de não estarmos abertos ou receptivos a tais mensagens. Se as pessoas ouvissem uma voz no céu, provavelmente, procurassem a resposta num zepelim da Goodyear com um alto-falante! Temos uma grande vantagem sobre as pessoas do Antigo Testamento: elas estavam esperando pela palavra escassa de Deus, vinda pouco a pouco por milênios. Cada revelação progressiva trazia novos aspectos divinos e do seu plano, e amoldava a nação e a cultura num preparativo para a próxima revelação. Nós temos a Palavra de Deus em nossa mão! Nestes últimos dias, ele falou a nós por meio de seu Filho. O verbo fez-se carne e habitou entre nós! O livro inteiro de Hebreus aponta o quão melhor é o novo meio de comunicação com Deus em relação ao antigo. Jesus é real! O autor de Hebreus, escrevendo para uma audiência predominantemente judaica, é cuidadoso ao construir e apontar esta “nova” revelação de Deus - Cristo – como maior que tudo aquilo já experimentado pelos judeus, anteriormente. Ele é maior que os anjos, que a lei, que Moisés, que a Terra Prometida, que Melquizedeque, que o sacerdócio e que o Templo. Exortam-se os leitores a perseverarem; não importa o preço, porque Cristo é digno. Nos últimos dias, Deus “tem falado” por intermédio de seu Filho - uma revelação completa e final. Então, quem é esse Filho? Ele é o “resplendor de sua glória” (v.3). Isso pode significar um brilho refletido ou um raio da luz original. Ambos os sentidos são verdadeiros com relação a Jesus; contudo, seu significado posterior é acentuado quando o autor continua: “...e a expressão exata do seu ser”. Alternativamente, a mesma imagem da sua substância. Da mesma maneira que Paulo chamou Cristo de “a imagem do Deus invisível” (Col 1.15), o autor de Hebreus usa a mesma idéia de uma reprodução exata para advogar a igualdade de Cristo com Deus, o Pai. Além disso, Jesus é quem sustenta todas as coisas por sua palavra. Agora, está assentado à direita de Deus - um símbolo da mais alta honra e uma insinuação para o Salmo 110.1, passagem a qual ele está a ponto de citar. Em resumo, Jesus é Deus! Mas antes de Deus dizer…
Em Hebreus, capítulo 2.1-4, o autor explicita sua razão para esse extenso contraste. Por Jesus ser superior aos anjos, “importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos” (v. 1b). Se as revelações prévias de Deus fossem a última palavra, ninguém poderia escapar do julgamento. Todavia, uma nova revelação da salvação foi trazida por Cristo, confirmada pelas testemunhas auriculares, e validada por muitos sinais e maravilhas. É provável que o enfoque específico do autor, quanto à superioridade de Cristo sobre os anjos, revele uma particular heresia disseminada, costumeiramente, entre os receptores da carta aos Hebreus. A idéia de que o Cristo era um tipo de superanjo emergiria décadas depois, como parte de uma religião herética (o gnosticismo). Porém, muitas de suas raízes são visíveis já no período do Novo Testamento. Tratava-se de uma tentativa de ajustar a nova revelação, confortavelmente, aos velhos paradigmas ou aos padrões; isso é compreensível e, provavelmente, comum a todos nós. O autor vê a superioridade de Cristo aos anjos e sua igualdade com Deus como doutrinas extremamente importantes. Permitindo o novo A revelação de Cristo não é uma novidade para nós, hoje, viventes a mais de 2000 anos depois dele. Todavia, ela ainda busca nos revolucionar e permanece escapando de nossa compreensão mental. A revelação de Deus através de Cristo é completa, pois também é pessoal e ininterrupta; nós nunca deixamos de aprender sobre Deus através de Cristo, nosso Senhor. Sempre que penso que não posso conhecer Deus, sou tocado com sua revelação, Cristo Jesus. Igualmente, sinto que posso fechar o livro da revelação de Jesus, pois o entendi e absorvi todas as lições que ele tem para mim - apenas o limitei para o que eu, confortavelmente, conheço e entendo. Na nova revelação de Deus, Jesus chama a si próprio de “o Caminho, a Verdade e a Vida”. Esse caminho conduz-nos eternamente para mais perto do Senhor. Sua verdade é insondável, e a vida que ele tem para nos dar é eterna! [1] O Urim e o Turim eram pedras usadas pelo Sumo-Sacerdote, na antiga nação de Israel, com uma finalidade bem específica. Diante de decisões difíceis a serem tomadas em alguns julgamentos, usavam-se as pedras como forma de recorrer e de obter uma resposta para o caso. O interessante é que a resposta provinha do próprio Deus. Ou seja, eram duas pedras (Turim) usadas para se comunicar com Deus. E as respostas eram obtidas por meio de uma leitura decifrada de suas respectivas posições estáticas, logo depois de serem lançadas. Urim e Turim tinham três faces, e a resposta poderia ser “Sim”, “Não” ou que Deus tinha ficado em silêncio. N.T. |
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Comentarios
Jesus é o Deus Todo-Poderoso.
Lembre-se que em Mateus 24.36, Jesus está falando como homem, Deus em carne.
Como homem, Jesus era limitado pelas limitações de um homem. É por isso que temos versículos como Lucas 2:52, "E crescia Jesus em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens." Logo, nesse momento do seu ministério, Jesus podia dizer que ele não sabia nem o dia nem a hora do seu retorno. Ele não está negando ser Deus, está confirmando que é homem.
se fossem jesus saberia a data assim comDeus sae não era ?
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