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A RENOVAÇÃO DA ALIANÇA - Josué 24.1, 14-24 - ENTENDENDO E VIVENDO | A RENOVAÇÃO DA ALIANÇA - Josué 24.1, 14-24 - ENTENDENDO E VIVENDO |
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| Escrito por Adriano Teixeira | |
| 28-Jul-2007 | |
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Scott Hausrath Explanação Neste trimestre, temos perscrutado o Antigo Testamento da perspectiva da aliança. Já observamos as alianças de Deus com Noé, com Abraão e com os israelitas no Monte Sinai. Em vez de estudar uma nova aliança, hoje, olharemos para a renovação da aliança do Sinai. Essa renovação aconteceu a Siquém, logo após os israelitas terem entrado na Terra Prometida. Muitas Igrejas Batistas do Sétimo Dia têm uma cerimônia de renovação do convênio (aliança), realizada uma vez por ano. Ela é uma parte crucial de nossa vida comunitária na igreja. Nós viemos de diferentes famílias e com diversificadas criações; sendo assim, precisamos de algo que nos ajude a nos unirmos em uma família, que é a igreja. E é isso que nosso convênio (aliança) faz por nós. A aliança representou um papel semelhante para os israelitas. Quando saíram do Egito, eles eram um misto de pessoas (Êxodo 12.37-38) e precisavam de algo que os unisse como um único povo. A aliança do Monte Sinai trouxe essa unidade e fez dos israelitas um povo - o povo de Deus. Era importante, então, que eles não esquecessem essa aliança. Assim, vemos o povo de Deus renovando-a periodicamente; da mesma maneira que os batistas do sétimo dia renovam seus convênios, com regularidade. A passagem de hoje, de Josué 24, é um exemplo dessa renovação de aliança. Josué, que assumiu a liderança depois da morte de Moisés, chamou os israelitas para a cerimônia de renovação. A primeira atitude tomada durante o ritual foi revisar como Deus estava trabalhando entre eles, desde os tempos de Abrão até o presente. Então, ele chamou os israelitas para responderem adequadamente às providências divinas. Também lhes falou que cada um tinha uma escolha quanto à forma de responder a Deus. A cerimônia terminou com o povo reafirmando que seria obediente ao Senhor. Exploração Perceba que Josué usava um estilo profético de comunicação neste ponto; falava aos israelitas como se Deus estivesse conversando diretamente com eles, usando a primeira pessoa. O tema principal destes versos era que todo o sucesso do povo, todas as suas vitórias militares e as suas possessões vieram de Deus. Sem o Senhor, não teriam desfrutado aquele estado abençoado, como bem resume o verso 13. Seria natural, então, que o povo de Deus respondesse obedientemente ao seu Deus, levando em conta as providências abundantes para eles. Os versos 14 e 15 mostram-nos o chamado de Josué para essa resposta. Ele desafiou o povo a temer o Senhor e a servir somente a ele. Parte desse chamado incluiu uma declaração notável: essas pessoas poderiam escolher a quem elas quisessem. Josué buscou conduzi-los na decisão de servirem apenas a Deus, mas ele também sabia que o Senhor busca um comprometimento voluntário, sem coação. Então, colocou diante delas as diferentes alternativas e desafiou-as a fazerem uma escolha naquele mesmo dia. Note que Josué foi rápido em afirmar não só a sua, como também a decisão de sua família de servirem somente a Deus. Se os israelitas escolhessem servir somente a Deus, teriam de fazer uma reforma interna, porque eram infelizes recipientes da tradição dos seus antepassados, servindo aos deuses do Egito e aos dos povos dalém do Jordan (v. 14). Assim, Josué conclamou-os a jogarem fora tais deuses e a tão somente adorarem ao Senhor. Além disso, os israelitas estavam vivendo entre pessoas que possuíam seus próprios deuses. Josué desafiou-os a também os esquecerem (v. 23). Nós vemos a primeira reação ao desafio de Josué nos versos 16 a 18. Eles confirmaram a lealdade que Deus tinha a eles, e empenharam a lealdade deles ao Senhor. A reação de Josué para o compromisso assumido por eles (v. 19-20) serviu para mostrar a seriedade da promessa que estavam fazendo. Eles empenhavam suas vidas a um Deus santo e ciumento; por isso, realmente teriam que prosseguir com o compromisso assumido! No verso 21, eles reafirmaram o compromisso e proclamaram: "Nós serviremos ao Senhor". (NIV). Então, Josué expôs a idéia do testemunho (v. 22). Os israelitas seriam suas próprias testemunhas, endossando a idéia de terem feito uma escolha consciente de servir ao Senhor. Esse adicional solenizou a promessa feita a Deus. Se eles, algum dia, quebrassem-na, o testemunho deles seria contra eles próprios. O chamado final de Josué, nessa cerimônia de renovação de aliança, foi a ordem acima mencionada, para o povo jogar fora os deuses dos povos de Canaã, juntamente com o mandamento para que os israelitas se rendessem de coração ao Senhor, o Deus de Israel. A aliança inteira estava baseada nesta verdade: Deus é o único Deus de Israel. Embora o povo de Deus fosse cercado por uma abundância de deuses estrangeiros, deveria se render somente a Deus, ao único Deus verdadeiro; ao Deus de Israel. Finalmente, durante um terceiro tempo da cerimônia, os israelitas confirmaram sua intenção de fazerem somente isso (v. 24). Note a descrição dos israelitas referindo-se ao Senhor como o seu Deus. Eles entenderam que isso os tornava um povo sem igual entre todas as nações da Terra. Sabiam que eram o povo escolhido por Deus. Encorajamento Os israelitas viram o Senhor como o seu Deus; isso introduz a noção da conversão. A maioria de nós pensa em conversão como uma experiência única, que acontece num dia especial em nossa vida e que jamais se repete. Num momento, não somos um seguidor de Jesus Cristo; contudo, no seguinte minuto, tornamo-nos um seguidor. É verdade que a principal mudança de vida acontece quando, pela primeira vez, cremos e aceitamos Jesus como nosso salvador. Essa transformação radical não é o fim de tal mudança. A conversão pode ser vista como um processo, e não um evento que acontece apenas uma vez. A primeira mudança, o ato de aceitar ou receber Jesus Cristo como Salvador, pode ser denominada "conversão religiosa". Trata-se de uma mudança de ligação. Nós já não somos ligados ao mundo; ao invés disso, ligamo-nos a Deus. Essa conversão inicia nosso relacionamento eterno com Deus; traz-nos para o seu reino; garante nossa eternidade com ele. O problema é que muitos crentes não procuram experiência alguma de conversão além desta; só ela, já é o suficiente para eles. Outros crentes, entretanto, passam para outra experiência de conversão, a chamada "conversão moral". Ela é uma mudança de valores e de prioridades; refere-se à maneira como a pessoa busca servir a Deus. Esse tipo de conversão, geralmente, é enfocado na cerimônia de renovação do convênio, em muitas de nossas igrejas. Um terceiro tipo de conversão e, novamente, um que nem todos os crentes experimentam, pode ser designada de "conversão intelectual". É uma mudança do interior e requer o que Ezequiel descreveu como sendo o recebimento de um novo coração e de um espírito novo (Ezequiel 36.26-27). Nela, nossa essência é transformada. Você que lê o estudo de hoje, provavelmente, já experimentou uma conversão religiosa. Porém, conheceu uma conversão moral? Já seguiu a chamada de Josué, no verso 23? Você rendeu seu coração para Deus a fim de experimentar uma conversão intelectual? A escolha é sua. O que escolherá? |
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Comentarios
Meus cumprimentos.
Salvador Machanguana
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