Estudos Diversos
Sábado: Santo Dia de Deus - Lição 6 | Sábado: Santo Dia de Deus - Lição 6 |
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| Escrito por Adriano Teixeira | |
| 05-Mar-2007 | |
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Quanto à dispensação da "lei" estamos livres, sem nenhuma obrigação; Jesus removeu aquele sistema de nosso caminho e colocou-nos debaixo da graça. Nós não estamos "debaixo da lei". Acaso isto nos dá o direito de transgredir a lei moral, isto é, de pecar? Estamos livres dos princípios morais? "De modo nenhum!" - no dizer de Paulo (Romanos 6.15). "Livres da lei" (Romanos 7.6 - note-se que não há o artigo no original grego) não significa que se é livre para se fazer o que se quer, mas sim o que se deve. A liberdade é sempre protegida pela lei. Não é licença. A licença não é liberdade, pois gera sempre maior confusão. A verdadeira liberdade está dentro da lei e não na sua violação. A) Os Princípios do Decálogo Ainda Estão em Vigor. Romanos 6. 15; 1 João 3.4. Por estarmos "debaixo da graça", não é motivo para pecarmos, transgredindo a lei. Não estamos livres das obrigações dos princípios morais, da obediência ao padrão que Deus estabeleceu. B) A Lei é o Nosso Padrão de Conduta. Talvez, a nossa primeira observação seja que Deus libertou o seu povo e então lhe deu a sua lei para orientá-lo na sua peregrinação. Paulo teve o mesmo pensamento quando disse "Operai a vossa própria salvação". (Filipenses 2: 12). I Timóteo 1.8. Usar a lei "legitimamente" é considerá-la como um imutável padrão de conduta, dado por Deus; não que esperemos conseguir salvação por meio dela, nem que a observemos por temor, mas usando-a como uma escala métrica pela qual possamos medir a nossa vida. Como filhos de Deus queremos fazer a sua vontade. C) Liberdade em Obediência por Amor. Tiago 2.12; João 8.34; 1 João 3:4. Observar os Dez Mandamentos escritos no coração é viver de acordo com a "lei da liberdade"; violá-los é tornar-se "servo do pecado". Romanos 13.10; João 14.15; 1 João 5.3. O amor não é a revogação da lei, mas o seu cumprimento em pronta obediência. Por estarmos "salvos pela graça" não quer dizer que não estamos obrigados à obediência. O amor é a mais forte razão da obediência. Se a obediência não for para nós um motivo de satisfação, é melhor que investiguemos quanto à realidade da nossa salvação. Manifestamos o nosso amor a Deus fazendo a sua vontade - adaptando a nossa vida ao padrão que ele estabeleceu. D) Base do Julgamento: Hebreus 10.30 (final); Tiago 2.12,13; Romanos 14.12. O povo do Senhor - os cristão, os crentes - nunca estará diante do "grande trono branco", porque os seus pecados já foram julgados e as suas culpas removidas pela fé na morte de Cristo, no Calvário. Porém, comparecerá perante o "tribunal de Cristo", não para salvação, mas para a concessão de galardões. A base deste julgamento é a lei - de que forma correspondemos ao padrão de Deus. Salvos pela graça - julgados pela lei. Apocalipse 12.17; 14.12; 22.14. Sabemos que Apocalipse 22.14 é uma passagem controvertida, porém, muitas autoridades antigas traduzem-na "guardam os seus mandamentos", conforme consta nas outras duas passagens citadas. No último dia, aqueles que pertencem ao Senhor, que têm direito à árvore da vida, que podem entrar na cidade, são os que não somente têm a "fé de Jesus", mas, também, "guardam os mandamentos de Deus".
A vontade de Deus quanto à conduta do homem é sempre a mesma. Essa vontade está expressa basicamente nos grandes e eternos princípios dos Dez Mandamentos. Estes definem o pecado, medem a conduta do cristão e são a base do seu julgamento para os galardões. Esses Dez Mandamentos nunca foram abolidos. A graça engrandece a lei e a torna ainda mais obrigatória do que era antes dela, e com a obrigação dá o poder para viver conforme seu padrão. Debaixo da graça temos nova relação para com a lei. Ela é escrita em nosso coração e a obedecemos em amor e gratidão a Deus pela nossa salvação. O Dr. H. A. Ironside declara concisamente: "A dificuldade para muitos... é que não podem perceber a diferença entre a obediência leal, por amor, de um coração consagrado e a obediência legal que é oferecida a Deus como se ela fosse meritória em si mesma". Capitulo do livro: -------------------------------------------------------------------------------- Estudo cedido pela Conferência Batista do Sétimo Dia Brasileira, todos os Direitos reservados. Antes de Copiar ou publicar este estudo consulte a CBSDB. |
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