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Início seta Devocionais seta 2 - Sábado: Santo Dia de Deus - Lição 2
2 - Sábado: Santo Dia de Deus - Lição 2 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Adriano Teixeira   
01-Mar-2007

                    

 Vimos na lição I, que o sétimo dia é diferente dos outros sábados por efeito de um ato específico de Deus e que nunca se perdeu através dos tempos.

                    Jesus Cristo teria mudado o dia semanal de repouso e de adoração? Ele tinha o direito de fazer isso, porquanto, não somente declarou ser o "Senhor do sábado" (Marcos 2.28), como também foi efetivamante o seu Criador (João 1.3; Hebreus 1.2).

                    Sendo ele o fundador do cristianismo, a sua atitude em assuntos de conduta cristã é muito importante. Ele é nossa "sanção final para o sábado", porque os seus ensinamentos, tanto em preceitos quanto em exemplo, são a mais alta autoridade. 

A) Observância e interpretação do Sábado por Jesus

Marcos 1.21; 3.1,2; 6.2; Lucas 4.16,31; 13.10; 14.1. Por estas passagens, além de outras, vemos que Jesus tinha o costume de ir à sinagoga aos sábados. Não consta que ele tivesse ido em qualquer outro dia.
Mateus 12.9-13; Lucas 13.10-17; 14.1-5; João 5.1-18; 9.1-16. Estas referências relatam cinco milagres de curas feitos por Jesus no sábado. Jesus considerava os atos de caridade compatíveis com a santidade do sábado. Evidentemente estes atos de caridade não "tua obra" proibida pelos dez mandamentos, nem eram contrários à ordem "para o santificar" do quarto mandamento. (Êxodo 20:8-11). Ele estava usando o seu poder divino para remover as conseqüências do pecado.
Mateus 12.1-8; Marcos 2.23-28; Lucas 6.1-5. Por aqui vemos que é permissível realizar qualquer coisa que seja necessária ao conforto físico, desde que não diminua, mas aumente, o bem-estar espiritual.
Mateus 12.7,12; Marcos 2.27. O sábado não é uma carga para ser carregada, mas um dia de bênção, de elevação espiritual e de boas obras. Compare-se com Isaías 58.13: "se chamares ao sábado deleitoso".
Os ensinos de Jesus visavam libertar o sábado das restrições rabínicas, das "tradições dos homens", dos detalhes sem importância - livrá-lo de todas as implicações cerimoniais e elevá-lo à sua legitima posição, como um dia de felicidade, de alegria e de serviço dedicado à causa de Deus. Disse alguém que Jesus fez pelo sábado o que o capitão faz para o navio, quando chega ao porto com dificuldade para manobrá-lo por causa dos crustáceos que aderiram ao seu casco - ele coloca o navio no estaleiro e raspa o casco, deixando-o limpo e pronto para navegar novamente.
Jesus não revogou ou anulou o sábado quando o despojou das cargas insuportáveis com que os cerimonialistas tinham-no acumulado.
Isto é paralelo a Mateus 5.21-32, onde Jesus vai além da mera observância formal dos mandamentos e volta à essência dos princípios envolvidos.
Mateus 12.8; Marcos 2.28; Lucas 6.5. Estas passagens mostram a autoridade de Jesus para proceder assim, ele era não somente o Criador do sábado, mas, também, seu Senhor.

Acaso a observância do sábado e o ensino de Jesus quanto ao real significado do sábado não são uma confirmação prática do quarto mandamento?

B) Jesus Aboliu o Sábado?

Mateus 5.17 - "Eu não vim destruir, mas cumprir". "Cumprir" não significa abolir. Veja Mateus 3.15; Gálatas 6.2.

Colossenses 2.13-17. Cristo aboliu a "cédula que era contra nós nas suas ordenanças". Porém, o sábado não era uma "ordenança" e não era contra nós, pois ele foi feito para nós, para o nosso bem-estar (Mc 2.27). Os "sábados" a que se refere o texto, sendo mencionado com as "luas novas" e outras sombras do cerimonial, necessariamente são dias cerimoniais e rituais, baseados nas fases da lua e não o sábado semanal que é baseado no ciclo semanal. Isto é idêntico à "parede de separação que estava no meio", referida em Efésios 2.13-16.
Mateus 24.20. Evidentemente, ele esperava que os seus seguidores continuassem a observar o sábado no futuro, quer o texto se refira à destruição de Jerusalém ou ao fim dos tempos.

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Conclusão

Jesus e os seus discípulos observavam o sábado. Ele ensinou como o sábado deve ser guardado, de modo a não ser uma carga, mas, uma bênção.

O verdadeiro "Dia do Senhor" é o dia que ele mesmo declarou ser o Senhor, ou seja, o sábado.

Desde que ele é a nossa "sanção final" e que pelo seu exemplo e nos seus ensinos exaltou o santo dia de Deus, o sábado, não devemos nós, neste particular, "andar como ele andou"? (I João 2.6)

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Capitulo do livro:
O SANTO DIA DE DEUS
Sete Estudos Sobre a Verdade do Sábado
De: Rev. Lester G. Osborn
"E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou" Gênesis 2.3

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Estudo cedido pela Conferência Batista do Sétimo Dia Brasileira, todos os Direitos reservados. Antes de Copiar ou publicar este estudo consulte a CBSDB.

 

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