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Entendendo e Vivendo
A Aliança de Deus com Israel- Exodo 20- Entendendo e Vivendo | A Aliança de Deus com Israel- Exodo 20- Entendendo e Vivendo |
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| Escrito por Jerry Johnson | |
| 15-Abr-2011 | |
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O Mandamento Guardando o Povo Em 1995, comecei a trabalhar com as pessoas na Igreja Evangélica Pine Street em Middletown, CT, nos Estados Unidos. Havia um ancião experiente na igreja, Doug Wilson, que tinha cerca de 95 anos. Frequentemente nos reuníamos para oração, comunhão e estudo das Escrituras. Tínhamos uma expressão favorita: “Somos o povo que guarda os mandamentos.” Olhando para trás, creio que o irmão Doug estava tentando me dizer, o quão importante é para os cristãos viver de acordo com os princípios incorporados nos Dez Mandamentos. Mas, confesso que tenho encontrado dificuldade em compartilhar Cristo com minha família. Talvez isso tenha acontecido por uma abordagem arrogante e legalista da minha parte. Como podemos compartilhar com outros que somos um “povo que guarda os mandamentos” e que ainda assim somos salvos pela graça?
Os cristãos lutam com várias questões quando abordam os Dez Mandamentos e, por causa disso, com todos os mandamentos contidos em ambos os testamentos. Qual é o papel da lei na vida do crente? Aqui estão alguns pontos de discussão. 1. Efésios 2:8,9 quer dizer que a lei não passa de um conjunto idealista de princípios? 2. Romanos 3 (especialmente v. 20) ensina que não somos capazes de cumprir o padrão de justiça de Deus perfeitamente. Então por que tentar? 3.Jesus afirma a posição da Lei no Sermão do Monte em Mateus 5:17-20. Em que sentido Jesus já “cumpriu” a lei? 4. Jesus indica que ser um “povo que guarda os mandamentos” é um sinal de lealdade, uma questão do coração em João 14:15, 21. John MacArthur provê uma boa perspectiva: A fé obedece. A descrença se rebela. O fruto da vida de alguém revela se essa pessoa é crente ou incrédula. Não há intermediário. Meramente conhecer e afirmar fatos separados da obediência à verdade não é crer no sentido bíblico. Aqueles que se apegam à memória de uma decisão de ‘fé’ tomada uma vez, mas não têm qualquer evidência de que a fé continuou a operar na vida deles, precisam atentar para o claro e solene aviso das Escrituras: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele” (João 3:36 NVI). (The Gospel According to Jesus, p. 178). O Relato das Escrituras Em Êxodo 19, Israel estava em seu terceiro mês após a saída do Egito. A nação chegou ao Sinai, onde permaneceu por onze meses (Números 10:11), na região sudeste desta península. Deus chamou Moisés até a montanha (v. 3-6) a fim de reafirmar sua aliança com o povo. Como de costume, Deus recontou sua própria fidelidade para com eles através de seu livramento e depois estabeleceu um acordo com eles baseado na permanência deles como “um reino de sacerdotes e uma nação santa” (v. 6). O povo respondeu, “Tudo o A Aliança de Deus com Israel que o Senhor falou faremos” (v. 8). A partir daí o povo foi ordenado a se consagrar por dois dias inteiros, para estar pronto a ouvir diretamente de Deus. Eles também foram instruídos a não tocar a montanha ou fitar sua presença. Moisés desceu a montanha e falou ao povo após este evento extraordinário. Deus estabeleceu sua autoridade com um preâmbulo, “Eu sou o SENHOR teu Deus”, e um prólogo histórico, “que vos tirei da terra do Egito...” A partir daí ele falou “palavras,” [hebraico: dabar] que conotariam estipulações. Em um folheto, R. C. Sproul, comentou “Deus é o Rei-Suserano de Israel, a quem o povo deve completa lealdade. A ausência de penalidade indica que o Decálogo não é um código legal, mas antes um documento fundamental de aliança” (The Reformation Study Bible, p. 121). Um “código de aliança” separado com leis e penalidades segue em 20:22-23:19. Os primeiros quatro mandamentos emolduram o relacionamento do homem com Deus, enquanto os outros seis detalham nosso relacionamento com outras pessoas. Em certo sentido, o quarto mandamento é uma ponte entre esses dois tipos de relacionamentos. Os mandamentos são também uma entidade completa, não um conjunto de regras individuais, para Tiago 2:10,11 que nos lembra que quebrar um é quebrar todos. Os primeiros três mandamentos dizem respeito à ordenança exclusiva de Deus quanto à lealdade deles. J. I. Packer notou, “no primeiro mandamento Deus disse a Israel para servi-lo exclusivamente, não somente porque eles lhe deviam, mas também porque ele era digno de sua inteira e exclusiva confiança” (Knowing God, p. 268). Concernente ao segundo mandamento, Pat Robertson observou que “o ídolo se torna o que quer que o adorador desejar. Mas o ídolo nunca dará paz, nunca responderá aos anseios do coração, nunca preverá o futuro, e certamente nunca conduzirá um adorador à verdadeira santidade” (The Ten Offenses, p. 79). A sociedade moderna tem tantos, se não mais, ídolos quanto Israel enfrentou em suas vizinhanças pagãs. Com respeito ao terceiro mandamento, muitos não-crentes (e crentes despreocupados) desonram o Senhor com suas palavras profanas. Contudo, muitos de nós desonramos o nome dele com nossa vida. Paulo faz uma pergunta pontual em Romanos 2:23: “Tu, que te glorias na lei, desonras a Deus pela transgressão da lei?” O que é pior? O quarto mandamento está conectado com os três primeiros, com uma bênção adicionada em Isaías 58:14. Robertson comentou: “Tenho adotado Isaías 58 como meu próprio padrão. Tomo o repouso sabático toda semana. É nesse dia, enquanto descanso e adoro a Deus, que seu Espírito começa a iluminar, encorajar e me inspirar” (Ibid, p. 104). Manter um “ritmo de batalha” que inclua o Sábado é difícil, mas a obediência é um reflexo de nossa lealdade a Cristo que se renova. À medida que você estudar o restante dos Dez Mandamentos e aprender a aplicá-los em sua vida, não os leve na brincadeira. J. Vernon McGee admoestou: “Se você pensa que pode continuar a viver no pecado e quebrar os Dez Mandamentos à vontade, então, meu amigo, você não é salvo pela graça de Deus. Quando se é realmente salvo, deseja-se agradar a Deus e se quer fazer sua vontade que é revelada nos Dez Mandamentos” (Através da Bíblia, Êxodo II, p. 180). |
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| Atualizado em ( 15-Abr-2011 ) |
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