Estudos Explicativos
Um breve relato histórico sobre os Batistas do Sétimo | Um breve relato histórico sobre os Batistas do Sétimo |
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| Escrito por Adriano Teixeira | |
| 23-Mar-2007 | |
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(Retirado do Livro "Consciência Cativa - Um breve relato histórico sobre os Batistas do Sétimo Dia"). A não ser que seja convencido pelo testemunho da Escrituras [...] a minha convicção vem das Escrituras a quem me reporto e a minha consciência está presa à palavra de Deus - nada consigo nem quero retratar, porque é difícil, maléfico e perigoso agir contra a consciência. Deus que me ajude, Amém. A devolução das Escrituras à igreja A Reforma protestante, da qual Martinho Lutero fé parte, foi a tentativa de reformar a Igreja Católica das práticas que tinham pouco ou nenhum fundamento bíblico. Os reformadores acreditavam que a igreja cristã havia tomado caminhos errados e negligenciado as verdades expostas na Bíblia. Os batistas do sétimo dia, por quase 350 anos, estão entre os que acreditam que o batismo posterior à profissão de fé, o sacerdócio de todos os crentes e o sétimo dia como o dia de descanso são verdades negligenciadas pela maior parte da igreja cristã. Sobre esses assuntos, eles tomaram uma posição, pois sua consciência estava "cativa à Palavra de Deus". Reformadores protestantes Os reformadores do começo do século XVI discordavam sobre quais seriam as mudanças necessárias na igreja. Lutero, em sua luta pessoal, descobriu o princípio bíblico da justificação pela fé e protestou contra a pretensão da Igreja Católica Romana de conceder salvação a alguém mediante o pagamento de uma taxa. João Calvino enfatizou a soberania divina absoluta sobre a vida dos homens , incluindo-se a predestinação e a salvação dos eleitos. Os anabatistas rejeitaram o conceito de igreja nacional - segundo oi qual uma pessoa se tornava cristã por ter nascido em determinada região sob controle de uma igreja. Os anabatistas tentaram seguir as instruções do Novo Testamento: "Creia e seja batizado". André Fischer, uma anabatista que viveu na Europa Central na mesma época de Lutero e Calvino, afirmou que o tempo específico de apostasia começaria quando a igreja abandonasse o mandamento do descanso no sábado e o substituísse pelo domingo. A origem dos batistas Os batistas remontam a John Smyth e Thomas Helwys. Em 1609, John Smyth escreveu que as crianças não deveriam ser batizadas por duas razões bíblicas: primeira, não há nenhum exemplo no Novo Testamento de que bebês tenham sido batizados por Jesus, nem por seus discípulos; e segundo, Jesus ordenou aos discípulos que ensinassem e depois batizassem. Thomas Helwys, fundador da primeira Igreja Batista na Inglaterra em 1611, aceitou as idéias de Smyth e expandiu-as, incluindo o mandamento de Jesus de testemunhar a própria fé. Os batistas do sétimo dia criam que o sábado era uma das verdades que ainda tinham de ser restaurada da santa Palavra de Deus e que o conhecimento dela deveria incluir o sábado. William S. Brackney começou seu livro, intitulado The Baptista [Os batistas], com um resumo da história dos batistas na Inglaterra. Depois de descrever o começo dos batistas particulares e gerais desse movimento separatista. A terceira corrente de convicção Batista também demanda atenção. Numericamente pequena, mais fortemente perseguida, nem por isso menos flexível em relação à sua Fé são os Batistas do sétimo Dia. Na busca pelas bases bíblicas da época, quando as escrituras estavam sendo constantemente escrutadas como padrão de doutrina e pratica da Igreja livre, não causou admiração o fato de uma pessoa ou Igreja chegar à conclusão de que a guarda do Sábado fosse um requisito inevitável do cristianismo bíblico.(The Baptists, New York: Greenwood Press, 1988, p. 6-7) Apesar de ele mesmo não ser Batista do Sétimo dia um dos escritores antigos mais influentes sobre a guarda bíblica do Sábado foi Theophilus Brabourne, um sacerdote da igreja da Inglaterra. Em 1628, ele publicou A discourse upon the Sabbath Day [ Discurso sobre o Sábado]. Nele apelava a lideres da igreja aos líderes da igreja para o retorno ao dia de descanso segundo a Bíblia. Apesar de estar convencido sobre o Sábado, Brabourne não foi bem-sucedido em convencer os lideres da Igreja e continuou nela, apesar de ter passado um período na prisão. Acredita-se que em 1844, um membro da igreja Batista do Sétimo Dia de Verona, Rachel Oakes Preston, apresentou a guarda do Sábado a dois ministros do movimento Millerista1 em Washington, New Hampshire. Os escritos de um deles levaram à adoção da guarda do sábado pelos Adventistas do Sétimo Dia.2 A Igreja Batista do Sétimo Dia no Brasil A origem da Igreja Batista do Sétimo Dia, no Brasil, remonta a 1913. Em uma reunião administrativa regional da Igreja Adventista do Sétimo Dia - Conferência do Paraná, realizada em 19 de janeiro daquele ano, em Curitiba, PR, cinco líderes e outros membros dessa igreja solicitaram demissão por discordarem de alguns pontos doutrinários, especialmente quanto à importância atribuída ais escritos de Ellen Gould White. Assim, naquela ocasião, desligaram-se dessa igreja os irmãos Theodoro P. Neumann, Jorge P. Wischral, Julio Nisio, Gustavo Schier e Candido M. de Godoy (os dois primeiros eram membros da Comissão Administrativa da referida Conferência). Em 21 de junho de 1916 foram aprovados o Estatuto e o Regimento Interno, sob o nome de "Conferência da Igreja Evangélica Adventista", que vigoraram até 4 de novembro de 1950, quando, em Assembléia Geral Extraordinária realizada em Curitiba, os mesmo foram alterados. Foi adotada então o atual nome, após os entendimentos protocolares com a Igreja Batista do Sétimo Dia de Hamburgo (Alemanha), em face da identidade de doutrinas. Posteriormente, em Assembléias Gerais realizadas em 1960, em Itararé, e em 1965, em Curitiba, esses documentos foram reformados, sendo que nesta última reunião foram aprovadas a "Declaração de Fé dos Batistas do Sétimo Dia" e a associação da Igreja à Federação Mundial Batista do Sétimo Dia, com sede atual em Janesville, WI, Estados Unidos. Os Batistas do Sétimo Dia também são membros da Aliança Batista Mundial. A cada cindo anos são realizadas as sessões da Federação Mundial dos Batistas do Sétimo Dia (SDB World Federation Sessions). As últimas sessões foram realizadas no Brasil, de 10 a 16 de fevereiro de 2003, na cidade de Bocaiúva do Sul, PR. Os Batistas do Sétimo Dia têm a bíblia como única regra de fé prática. Crêem que ela está completa e contém todo o plano de Deus para salvação e orientação da humanidade, e o Espírito Santo é quem orienta os cristãos em toda a verdade (João 16.13). Esse relato histórico acima foi retirado do livro "Consciência Cativa - Um breve relato histórico sobre os Batistas do Sétimo Dia", páginas 13 a 17,35,36,101,102. Neste livro o autor o autor apresenta em poucas páginas(p. 104) um relato completo, porém conciso, da origem, do processo e da condição atual dos Batistas do Sétimo Dia. Cremos que tal relato será uma rica fonte de informação para todos os que desejam conhecer com exatidão a história de nossa denominação, encorajando o estudo mais detalhado e o exame das crenças e práticas dos batistas que acreditaram o sétimo dia da semana como dia de descanso bíblico. ____ 2 Russel J. THOMSEN, SsEVENTH Day Baptists: their legacy to Adventists,Mountain View, Caif: Pacific Pres Publishing Assoc. 1971, p. 42. |
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| Atualizado em ( 07-Fev-2008 ) |
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Comentarios
Os bastistas do sétimo dia acreditam no Espirito de Profecia?E as mulheres utilizam pinturas,joias como a batista tradicional?Tem alguma Batista do sétimo dia em Belem-Pará?
Não! Muitas vezez se confundem crer no poder do Espírito Santo com pentecostalismo o que não tem nada a ver, como Batista do Sétimo Dia cremos que uma pessoa quando é chamado por Deus para crer ele recebe pela graça a salvação, e a seguir ele é selado com o Espírito Santo como penhor ou garantia de sua salvação, e os dons são distribuido conforme o Espírito quer e não como o homem quer seguindo sempre a uma regra o ensino da palavra de Deus se dasejar posso lhe mandar um estudo com mais detalhe sobre essa questão ok.
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